Viajando pela Faixa de Servidão

Você pode não perceber, mas passamos por aqui.

Do Pantanal sul-mato-grossense aos pampas gaúchos, presenciamos riquezas do Brasil

De Corumbá, no Mato Grosso do Sul, até Canoas, no Rio Grande do Sul, nosso gasoduto está presente em diversas regiões do Brasil, compostas por diferentes relevos, matas, centros urbanos, rios, fazendas.

Atravessamos o Pantanal sul-mato-grossense, o Cerrado, o rio Paraná, o rio Tietê, os Aparados da Serra, entre outras belas e ricas localidades. Você pode não perceber, mas estamos presentes nos mais variados lugares levando gás e desenvolvimento para o Brasil.

Para mantermos uma operação eficiente, pautada na confiabilidade, possuímos equipes de campo, em prontidão 24 horas por dia, responsáveis pela supervisão e manutenção de todo o trajeto do Gasoduto, inspecionando periodicamente a faixa de servidão, instalações e equipamentos.

Nossa faixa de servidão é uma faixa de terreno com largura de 20 metros, que acompanha na superfície o percurso subterrâneo dos dutos, fundamental para a segurança e a proteção da tubulação. Essa área é um direito de passagem instituído pelo Decreto Federal de 28/08/1996.

Os tubos ficam enterrados a uma profundidade média de 1 metro. Para protegê-los de possíveis danos, a faixa de servidão deve estar sempre sinalizada e com os acessos livres de obstáculos em toda a sua extensão.

 

A faixa de servidão:

  • Delimita e protege o traçado do Gasoduto; 
  • Identifica os locais de instalação de equipamentos; 
  • Sinaliza os locais onde não se podem fazer escavações, construções, ocupações, queimadas e obras em geral. 

Veja o infográfico da Faixa de Servidão.

Sinalização de Faixa

Na faixa de servidão, toda sinalização é planejada para que a comunidade vizinha conheça a localização do Gasoduto da TBG.

1- Marcos delimitadores: mostram os limites da faixa de servidão;

2- Marcos Quilométricos: marcam a quilometragem do trajeto do Gasoduto;

3- Placas de Sinalização: chamam a atenção para a existência do Gasoduto enterrado, com alertas de segurança e de cruzamento com rodovias e ferrovias, linhas de transmissão, travessias de rios, lagos e lagoas. 

Os marcos e as placas de sinalização são de propriedade da TBG* e devem ser preservados. Se removidos ou danificados, prejudicam a orientação dos técnicos da TBG em caso de necessidade de intervenções de rotina ou emergenciais e impedem que terceiros identifiquem onde o Gasoduto está enterrado.

(*) A destruição intencional de um bem ou propriedade alheia pode ser qualificada como crime, de acordo com o Art. 163, do Código Penal.

Ajude a TBG a preservar a operação do Gasoduto e a segurança de quem vive próximo à faixa evitando a depredação de placas, marcos, cercas e cadeados. 

Normas a seguir:

No caso de constatação de qualquer irregularidade, ou para tirar qualquer dúvida, ligue para o Linha do Gás - 0800 026 0400, um serviço telefônico gratuito que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. 

Conheça o Guia de Convivência com o Gasoduto Bolívia-Brasil.

Inspeções na faixa de servidão

Há três tipos de inspeção da faixa: 

  • Aérea, por helicóptero; 
  • Fluvial, realizada por mergulhadores nos trechos de travessia de rios e lagos; 
  • Terrestre, realizada ao longo dos dutos por técnicos de inspeção da faixa. 

 

Comunique à TBG ligando para o Linha do Gás - 0800 026 0400 - se perceber: 

  • Danos às placas de sinalização; 
  • Qualquer tipo de construção na faixa (mesmo as provisórias); 
  • Uso de explosivos nas proximidades; 
  • Escavações e queimadas; 
  • Ações da natureza nas proximidades da faixa, tais como: desmoronamento, erosão por chuva, queda de árvores de grande porte etc.