A Obra

Por meio de um trabalho bem planejado e consciente, a TBG realizou as obras de construção do Gasoduto Bolívia-Brasil baseadas em valores amplamente difundidos pela empresa, de forma a respeitar a natureza e a sociedade. Sempre de maneira transparente e responsável.

Progresso em Equilíbrio

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Durante a obra de construção do Gasoduto Bolívia-Brasil, que gerou em nosso país 25 mil empregos diretos e indiretos, um dos primeiros serviços oferecidos pela TBG foi o Linha do Gás, em funcionamento até hoje 24 horas por dia, 7 dias por semana, um instrumento de comunicação e transparência com duas finalidades principais: monitorar acompanhar a atuação dos empregados da obra em relação às comunidades impactadas pelo Gasoduto e informar, especialmente à população próxima às instalações da TBG, sobre as funções do gás natural e o impacto do Gasoduto sobre sua vida.
 
Preocupação com o Meio Ambiente
Durante a obra, houve o cuidado de desviar o traçado original do Gasoduto para evitar a derrubada de matas. Um dos maiores desafios, a travessia dos 85 km do Pantanal Sul Matogrossense, recebeu especial atenção. Até os horários de trabalho procuraram evitar que os ruídos interferissem, por exemplo, na migração dos pássaros.
 
Os recursos hídricos permaneceram exatamente como estavam antes da obra: as tubulações, em valas de dois metros de largura, foram enterradas a profundidades entre 1,20 e 2,50 metros sob o leito dos rios.
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Como a região é plana e muito úmida, boias e um revestimento especial de concreto foram utilizados para facilitar a instalação nas valas, quase sempre submersas, e aumentar o peso dos tubos.
 
Foram empregados tubos de aço carbono de 32 polegadas (81 centímetros), para garantir a vazão diária prevista de até 30 milhões de metros cúbicos.  
 
Nos cruzamentos de ferrovias, rodovias e alguns rios, utilizou-se a técnica do furo direcional, pela qual tubos sobrepostos, chamados tubos-camisa, aumentam a segurança da operação. 
 
Reconhecimento 
Qualidade, para a TBG, inclui o compromisso de zelar pela segurança das comunidades próximas ao Gasoduto, além de contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. 
 
Uma carta de representantes de 18 aldeias indígenas, dirigida ao Presidente do Banco Mundial, destacou o cuidado dos construtores do Gasoduto com os povos indígenas como "um fator inédito de respeito". 
 
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Vinte e duas aldeias localizadas em um raio de 30 km do Gasoduto receberam verbas para construção de casas, postos de saúde e escolas, aquisição de animais, terras e ambulâncias.