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ANP anuncia adiamento da chamada pública do Gasbol

Divulgado em 30/03/20
 

Por decisão da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), está postergada, ainda sem nova data, a realização da Chamada Pública do Gasbol para alocação da capacidade (ANP nº 01R/2020).

A pandemia de Covid-19 e as dificuldades decorrentes da atual conjuntura para celebração dos contratos justificam o adiamento. Nova data será anunciada assim que for restabelecida a normalidade das atividades.

Mais informações no endereço eletrônico:
http://www.anp.gov.br/noticias/5711-gasbol-adiada-chamada-publica-para-alocacao-de-capacidade

 

Segue, na íntegra, o comunicado da ANP.

GASBOL: ADIADA CHAMADA PÚBLICA PARA ALOCAÇÃO DE CAPACIDADE

A ANP comunica que a Diretoria Colegiada aprovou, no dia 27/03, a postergação da realização da Chamada Pública para Alocação de Capacidade ANP nº 01R/2020.

Tal decisão decorre do atual cenário econômico e social do país, dados os desdobramentos da pandemia de Covid-19, bem como da dificuldade dos agentes em participar da Chamada Pública ANP n°01R/2020, tendo em vista o tempo exíguo para celebração dos contratos de fornecimento de gás natural com a YPFB.

Informamos que, assim que for restabelecida a normalidade, a ANP publicará novo calendário para realização do certame.

 


 

Gaseificação do trecho Sul do Gasoduto completa 20 anos 

Divulgado em 09/03/20


Há vinte anos, no dia 9 de março de 2000, a TBG concretizava uma nova etapa em sua operação:
começou a gaseificação do trecho Sul em Paulínia (SP).      
 

Asssita o vídeo com momentos dos 20 anos da gaseificação do trecho Sul do Gasoduto

 


 


 

 

TBG conclui  em Penápolis a 50ª substituição de
turbina para manutenção (overhaul)

Divulgado em 18/02/20

 

A TBG concluiu na última sexta-feira (14/02) a remoção para overhaul (manutenção geral) de turbina de 15 mil HPs em Penápolis (SP). A manutenção preditiva utilizada no acompanhamento das instalações da companhia vem apresentando retorno satisfatório, uma vez que prolonga o tempo de operação até a necessária parada.

A turbina de Penápolis, por exemplo, operou por 41.490 horas desde a sua primeira partida em setembro de 2012, com 457 partidas. A utilização da manutenção preditiva prolongou em mais 10 mil horas o funcionamento sem interrupção, gerando economia para a TBG.

Esta é a quinquagésima substituição para manutenção de turbina a gás realizada pela TBG. Mais dois overhauls estão previstos para este ano.

Outro avanço em paradas para manutenção foi adotado há cerca de três anos, quando a TBG passou a realizar diretamente o serviço de acoplamento e alinhamento do compressor de gás com a turbina. Além de gerar economia, essa operação hoje atribui mais confiabilidade ao serviço e agilidade na montagem.


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O resultado da etapa preliminar da Chamada Pública Incremental 2020 para o gasoduto da TBG, encerrada em 15/01/2020, confirmou as expectativas promissoras do Novo Mercado de Gás.

Nessa etapa, iniciada em 18/12/2019, os carregadores interessados enviaram formulários com solicitações não vinculantes para ampliação de pontos de entrada ou saída no atual Sistema de Transporte e/ou apresentaram demanda por novos pontos no Gasbol. As informações recebidas pela TBG serão consideradas na Chamada Pública Incremental 2020 do Gasoduto Bolívia Brasil, a ser supervisionada pela ANP, prevista para agosto de 2020.

Os resultados consolidados foram promissores e superaram as expectativas, com solicitação de 38,7 milhões de m³/dia de capacidade de entrada e 29,5 milhões de m³/dia de capacidade de saída.

A solicitação de capacidade incremental foi realizada por empresas de diferentes áreas de atuação (companhias distribuidoras, indústrias, fornecedores de gás, comercializadoras e empreendimentos do setor termelétrico). Este resultado confirmou o interesse pela maior utilização do sistema e a perspectiva de participação de novos agentes na oferta e demanda do gás natural. Foram recebidos 47 formulários, enviados por 15 participantes.

Houve demanda por novos pontos de entrada para injeção de gás natural em três zonas diferentes e novos pontos de saída para utilização da molécula em quatro zonas distintas do gasoduto de transporte, além de ampliações de pontos já existentes.

O somatório das quantidades enviadas através dos formulários de solicitação de capacidade está sujeito a eventuais duplicidades, ou seja, dois agentes podem ter solicitado, simultaneamente, ampliação ou construção do mesmo ponto.

Adicionalmente, existe a possibilidade de demanda pontual de capacidade que já pode ser atendida pela infraestrutura existente no Gasbol.

A TBG fará uma análise detalhada através da avaliação/esclarecimento junto a cada um dos agentes, bem como a avaliação conjunta de todas as demandas recebidas, visando a adequar o(s) projeto(s) e otimizar a infraestrutura necessária à prestação do serviço.

 

 

 

 

 

+ TBG: 20 anos transportando gás natural com confiabilidade
Divulgado em 15/07/19

 

Há vinte anos, no dia 13 de julho de 1999, a TBG realizava sua primeira entrega de gás natural no Ponto de Entrega da Refinaria de Paulínia (Replan/SP), após cumpridas as etapas de construção e montagem das instalações, incluindo a Central de Supervisão e Controle – CSC, na Sede no Rio de Janeiro.

Naquele momento, concluída a instalação do gasoduto de 32 polegadas de diâmetro, com extensão de 1821 km ligando a Estação de Rio Grande na Bolívia até Paulínia em São Paulo e capacidade para transportar 17 milhões de m³/dia; concluída a gaseificação das instalações; com a CSC apta para operar e com as equipes de campo formadas e capacitadas, a TBG encontrava-se pronta para finalmente entregar o gás natural boliviano para consumo no Brasil.

A concretização do projeto do gasoduto, com dimensões continentais, começou em fevereiro de 1993 com a assinatura dos contratos de transporte entre a Petrobras e a estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB). 

Em 18 de abril de 1997 foi fundada a TBG, proprietária e operadora do trecho brasileiro do gasoduto. A construção contou com a participação direta de 10 mil trabalhadores, atravessando cinco estados, 136 municípios e diversos biomas, como o Pantanal Matogrossense, representando um marco da engenharia nacional.

O empreendimento significou um incremento do gás natural na matriz energética brasileira, possibilitando que diversas empresas passassem a utilizar esse combustível, com ganho sobretudo para a questão ambiental.

Com a chegada do gasoduto, companhias de distribuição de gás foram criadas nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, levando o insumo para milhares de consumidores finais, nos segmentos industrial, comercial, residencial, automotivo e geração termelétrica. Ao longo desses vinte anos, a TBG ampliou sua capacidade: entre 2000 e 2003 foram construídas mais oito Estações de Compressão (ECOMPs), aumentando a capacidade de transporte em janeiro de 2003 para 24 milhões de m³/dia e, em março de 2003 para 30 milhões de m³/dia, sua capacidade atual.

A ampliação de capacidade do trecho sul (de Paulínia/SP a Canoas/RS) foi concluída em 2010 com a incorporação de mais três ECOMPs. A partir do início da entrega de gás no Ponto de Entrega (PE) Replan, a TBG fechou o ano de 1999 entregando o volume diário de 2,07 milhões de m³ em três pontos: PE Replan, PE Limeira e Estação de Medição de Guararema.

E hoje, 2019, entrega gás em 50 pontos, com média diária de 22 milhões de m³. Em 2016 a TBG também passou a transportar gás de origem nacional.

 

 

 

 

 

No último dia 17 de maio, a TBG concluiu o repasse dos últimos cheques administrativos relativos à compensação ambiental do Gasoduto Bolívia-Brasil.

Os valores foram destinados à aquisição do lote final de um total de 299,24 hectares de terras para os parques nacionais da Serra Geral e de Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, Unidades de Conservação administradas pelo ICMBio.

Dessa forma, a TBG conclui um processo histórico, em atendimento às condicionantes 2.10 e 2.11 da Licença de Operação L.O. 081/2000 renovada em julho de 2014, e que teve medidas de compensação ambiental destinadas aos cinco estados atravessados pelo Gasoduto.