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Progresso em Equilíbrio

Durante a obra de construção do Gasoduto Bolívia-Brasil, que gerou em nosso país 25 mil empregos diretos e indiretos, um dos primeiros serviços oferecidos pela TBG foi o Linha do Gás , em funcionamento até hoje 24 horas por dia, 7 dias por semana - um instrumento de comunicação e transparência com duas finalidades principais:
- monitorar a atuação dos empregados da obra em relação às comunidades impactadas pelo gasoduto;
- informar, especialmente à população afetada, sobre as funções do gás natural e o impacto do gasoduto sobre sua vida.

Preocupação com o Meio Ambiente

Durante a obra, houve o cuidado de desviar o traçado original do gasoduto para evitar a derrubada de matas. Um dos maiores desafios - a travessia dos 85 km do Pantanal Matogrossense - recebeu especial atenção. Até os horários de trabalho procuraram evitar que os ruídos interferissem, por exemplo, na migração dos pássaros.

Os recursos hídricos permaneceram exatamente como estavam antes da obra: as tubulações, em valas de dois metros de largura, foram enterradas a profundidades entre 1,20 e 2,50 metros sob o leito dos rios.

Como a região é plana e muito úmida, bóias e um revestimento especial de concreto foram utilizados para facilitar a instalação nas valas, quase sempre submersas, e aumentar o peso dos tubos.

Foram empregados tubos de aço carbono de 32 polegadas (81 centímetros), para garantir a vazão diária prevista de até 30 milhões de metros cúbicos.

Nos cruzamentos de ferrovias, rodovias e alguns rios, utilizou-se a técnica do furo direcional, pela qual tubos sobrepostos, chamados tubos-camisa, aumentam a segurança da operação.

Reconhecimento

Como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido , a TBG recebeu em junho de 2001, na cidade de Cartagena, na Colômbia, o Corporate Award for Good Environmental Practice , concedido pela International Association for Impact Assessment - IAIA (organização não governamental internacional com representação em mais de 100 países), como o empreendimento com melhor Gestão Ambiental.

Uma carta de representantes de 18 aldeias indígenas, dirigida ao presidente do Banco Mundial, destacou o cuidado dos construtores do Gasoduto com os povos indígenas como "um fator inédito de respeito".

Vinte e duas aldeias localizadas num raio de 30 km do gasoduto receberam verbas para construção de casas, postos de saúde e escolas, e aquisição de animais, terras e ambulâncias.

Atualmente a TBG apóia diferentes projetos sociais desenvolvidos no entorno do gasoduto confirmando nossa preocupação com a sociedade e com o meio-ambiente.

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