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Características


Antes de ingressar em território brasileiro, o Gasoduto encontra, ainda na Bolívia, uma Estação de Medição, em Mutun.

Ao cruzar a fronteira, atravessa cinco estados brasileiros, num total de 136 municípios, trabalhando a uma pressão máxima de 100 kgf/cm² entre Corumbá e Curitiba. Essa pressão cai para 75 kgf/cm² nos trechos que ligam Curitiba a Porto Alegre e Campinas a Guararema (SP).

A tubulação fica enterrada a uma profundidade média de 1 metro, em uma faixa de terra com largura de 20 metros, chamada Faixa de Servidão, a qual contribui para a segurança e proteção do gasoduto contra eventuais danos.

TRECHO BOLIVIANO

O Gasoduto começa na localidade boliviana de Rio Grande, 40 quilômetros ao sul de Santa Cruz de la Sierra um povoado com apenas 400 habitantes de origem indígena, e se estende por 557 km até Porto Suarez, na fronteira com o Brasil.

TRECHO BRASILEIRO

O Gasoduto entra em solo brasileiro por Corumbá, Mato Grosso do Sul. A partir daí, o transporte do gás natural é de responsabilidade da TBG.

No Mato Grosso do Sul:

  • 11 municípios;
  • 6 rodovias;
  • 1 ferrovia;
  • 385 propriedades;
  • 9 rios.

Em São Paulo:

  • 71 municípios;
  • 30 rodovias;
  • 9 ferrovias;
  • 1.336 propriedades;
  • 11 rios.

No Paraná:

  • 13 municípios;
  • 4 rodovias;
  • 1 ferrovia;
  • 581 propriedades;
  • 1 rio.

Em Santa Catarina:

  • 27 municípios;
  • 10 rodovias;
  • 2.150 propriedades;
  • 7 rios.

No Rio Grande do Sul:

  • 14 municípios;
  • 6 rodovias;
  • 522 propriedades;
  • 1 rio.
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